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	<title>Princípio de pubalgia</title>
	<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt</link>
	<description>A malta gosta de bola. Uma vez até fizemos um site. Somos jornalistas e tudo. Mas aqui não. Inseguranças técnico-tácticas para maisfutebol@iol.pt</description>
	<lastBuildDate>Sun, 11 Jan 2009 17:07:27 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vruuummm</title>
		<description><![CDATA[<a href="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1591416.jpg"><img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1591416.200.p.tn.jpg" align="left" /></a><br />
<br />
Já alguém reparou que o Ferrari que mal chegou a ser de Cristiano Ronaldo vale tanto como o novo lateral do F.C. Porto, Cissokho?<br />
<br />
Por 300 mil euros, espera-se apenas que dure mais tempo.<br />
<br />
(by <b>Aquele que não foi preso por ter cão nem por não ter</b>)<br />
<br />
]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2009/01/11/vruuummm/</link>
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		<title>Às vezes fica difícil</title>
		<description><![CDATA[<img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1591398.jpg" align="left" />Rabiola, miúdo de 19 anos com cerca de uma época de lesões em cima, pouco mais que um nome familiar aos adeptos do F.C. Porto, marcou um golo aceitável para colocar um ponto final num tremendo calvário, estreando-se a marcar com a camisola azul e branca. Vê um microfone à frente e prova que tem a lição do clube bem estudada. Ou pensou que seria profissional dizer isto. Ou então nem pensou.<br />
<br />
«Foi um golo especial? Não, foi só mais um». Não, não foi. Foi o primeiro. Depois de um ano de lesões. Marcado por um jogador sem experiência ao mais alto nível. Foi um golo que deu uma vitória. No Estádio do Dragão, frente aos tais adeptos que provavelmente nunca o tinham visto jogar. Realmente, às vezes fica difícil ser jornalista.<br />
<br />
(by <b>Aquele que não foi preso por ter cão nem por não ter</b>)<br />
<br />
]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2009/01/10/as-vezes-fica-dificil/</link>
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		<title>A batalha na Batalha</title>
		<description><![CDATA[<img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1591399.jpg" align="left" />Filipa de Castro, ex-mulher de Beto (Rec. Huelva), procura manter-se debaixo dos holofotes e não consegue recusar um convite para aparecer. Ainda bem. Há dias, conseguiu surpreender-me. Não foi fácil, admito.<br />
<br />
Após contínuas hesitações e ajudas de um dos rapazes do programa «Caia quem Caia», o bendita senhora lá percebeu que a resposta à questão estaria algures na dita. Questão, portanto. «Onde decorreu a Batalha de Aljubarrota?» Vai Filipa e: «Na Batalha?» Goooooolllllllloooooooooooo.<br />
<br />
<br />
(by <b>Aquele que não foi preso por ter cão nem por não ter</b>)<br />
<br />
]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2009/01/10/a-batalha-na-batalha/</link>
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		<title>Torcicolos, que grande praga!</title>
		<description><![CDATA[<p>Ando preocupado e ainda não falei com ninguém. Por isso aqui vai. Mas fica entre nós, atenção! Preocupa-me a quantidade de torcicolos que estão a atingir o plantel do F.C. Porto. Em pouco mais de três meses já são três: Lucho, Guarín e Pelé.<br />
<br />
Não acho normal. Algo se passa no plantel portista. Se fosse uma pessoa com maldade era capaz de dizer que é do esforço que fazem a olhar para o topo da classificação. Não estão habituados e já se sabe como é. Como não sou uma pessoa com maldade, vou pensar apenas que é um surto. Um torcicolo viral.<br />
<br />
(by O homem a quem lhe aconteceu não sei o quê)</p>

]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/28/torcicolos-que-grande-praga/</link>
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		<title>Der Bomber Almeida</title>
		<description><![CDATA[<object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/KwvQw9pQ6-k&#38;hl=en&#38;fs=1" width="425" height="344"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/KwvQw9pQ6-k&#38;hl=en&#38;fs=1" />
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<br />
Grande golo de Hugo Almeida pelo Werder Bremen ao Colónia, na última jornada da Bundesliga (3-1).<br />
<br />
(by <b>Luís Mateus</b>)
]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/17/der-bomber-almeida/</link>
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	<item>
		<title>A «monarquia» do Norte</title>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588873.jpg"><img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588873.280.p.tn.jpg" align="left" /></a><i>«Querem continuar a ser os reis do Norte, que o sejam à maneira deles»</i></p>
<p style="text-align: justify">Para quem esteve menos atento durante os últimos dias, não será fácil atribuir esta frase lapidar a um autor concreto. Dica: vem do único local do país onde todos os seus habitantes pensam pelo menos uma vez por dia no Rei e no orgulho que têm nele. Ali, a ideia de monarquia é aceite com naturalidade, principalmente pelo legado deixado pelo fundador da Nação. Exclamam com orgulho que são da terra do Rei.</p>
<p style="text-align: justify">Esta lógica, porém, deixou de existir em Portugal. Não existe monarquia, muito menos um desejo de regresso a esse passado. Desses tempos só restam expressões como «tens o Rei na barriga». É dessa realeza que se fala agora. O autor é um dirigente de futebol, que quis ganhar protagonismo pela irreverência das acusações e o nervo de quem diz «connosco ninguém se mete».</p>
<p style="text-align: justify">Pois bem, o clube do qual esta pessoa é dirigente vive dias de agonia e frustração, pela incerteza do futuro, que tinha tudo para ser brilhante, mas que, num ápice, se tornou sombrio. É difícil perceber a lógica das coisas no futebol português, pelo que as alianças políticas destes agentes acabam por se revelar autênticos desastres estratégicos.</p>
<p style="text-align: justify"><a href="http://www.maisfutebol.iol.pt/noticia.php?id=1012781&#38;div_id=1458" target="blank"><b>Alberto Oliveira</b></a>, o tal vice-presidente do V. Guimarães, decidiu desabafar e ficou a falar sozinho, prejudicando o seu clube (acabou por ser desautorizado pelo presidente). São análises destas, insensatas e incendiárias, que podem transformar a história. Os adeptos vitorianos, orgulhosos e com razões para estarem preocupados, poderão aplaudir o arrojo, mas a fria realidade é que o clube continua sem conquistar troféus e o novo trajecto iniciado no Verão está a revelar-se desastroso.</p>
<p style="text-align: justify">A monarquia do Norte, a que Oliveira se refere, permanece impassível e sem dar resposta ao interlocutor. Aliás, neste processo e em tudo o que envolve a questão do protesto junto do Tribunal Arbitral do Desporto, o F. C. Porto tem mantido um absoluto silêncio sobre a posição vimaranense. Mal ou bem, é essa a postura imposta por Pinto da Costa e só os menos atentos esperariam o contrário (veja-se o que aconteceu esta noite no Dragão, com o bracarense António Salvador ao lado do presidente portista na tribuna presidencial).</p>
<p style="text-align: justify">Quem mais perde com estas lutas entre cúpulas dirigentes é a equipa, aquela que deveria estar imune a quezílias diplomáticas. A dura realidade é que o Vitória deixou de ser aquele emblema entusiasmante, que ameaçava os grandes e ficava à beira da Liga dos Campeões, transformando-se num adversário aguerrido, mas relativamente fácil de ultrapassar. Cajuda já o confirmou: como consequência desta relação fria entre clubes perdeu Alan, Luís Aguiar e João Paulo.</p>
<p style="text-align: justify">É claro que o Vitória vai sobreviver a tudo isto, mas talvez venha a sofrer mais do que estaria à espera. O seu maior orgulho é ser diferente e independente. Falta cumprir esse legado, o que só é possível expulsando as amarras dos algozes que procuram a aliança fugaz para proveito próprio. Mas esta é, porém, uma encruzilhada do tempo, até porque em altura de crise, nem sempre é possível manter a verticalidade e alimentar as ambições.</p>
<p style="text-align: justify">(by <b>Filipe Caetano</b>)</p>

]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/16/a-%c2%abmonarquia%c2%bb-do-norte/</link>
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	<item>
		<title>Não faltará um sorriso ao futebol?</title>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588680.jpg"><img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588680.280.p.tn.jpg" align="right" /></a>Sem saber bem como, aprendeu. Leva a bola no peito do pé esquerdo como se fosse algo natural, uma extensão do corpo, flectindo ligeiramente o tronco naquele momento de indecisão, naquele instante em que tem de escolher se a passa e foge ou se foge com ela. Chega à linha branca e remata. Sempre assim, de trivela, porque a perna, desde que nasceu, inclina-se um pouco para dentro.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify">Olha para mim agora, triste, porque o obrigam a fazer algo que não percebe, a recuar com a bola aos saltinhos, em vez de correr como o miúdo que é para a baliza. Quer fazer o golo da sua vida, mesmo que tenha segundos de validade, apenas até ao próximo tiro extraordinário, depois de driblar onze adversários imaginários e ouvir em surdina os milhares que só vão estar daqui a uns anos nas bancadas.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify">Ainda não tem seis anos e já lhe colocam regras, limitam-lhe o espaço por onde crescer. Ainda não tem seis anos e fintar já é um exercício, algo que se pratica, quando antes se divertia a enganar o irmão dois anos mais velho, com mudanças de velocidade previsíveis mas eficazes, sempre pelo mesmo lado, como um Paneira visto por meio de um espelho, a conduzir pelo lado contrário do campo. Ainda não tem seis anos.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify">Não sorriu uma vez, festeja os golos com explosão, libertando-se de todo o constrangimento que carrega às costas. Nem após a melhor finta do mundo ou qualquer coisa parecida, depois de rodar 360 graus sobre si mesmo e ter feito a um arqui-rival um túnel incrível com o calcanhar e a força de vontade, Riquelme ri. Nem um sorriso a levantar o canto dos lábios como uma carta de <i>poker</i> que se espreita apenas, com medo de se denunciar. Nada mais do que dentes cerrados e o olhar em frente, na direcção da vitória.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify"><i>Boca es nuestro grito de amor<br />
Boca nunca teme luchar,<br />
Boca es entusiasmo y valor,<br />
Boca Juniors... a triunfar...</i></p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify"><i>Penalty</i> de um Postiga armado em Panenka, ao meio da baliza de <i>Calamity</i> James. O rosto fechado de Deco, compenetrado como sempre, abre pela primeira vez em anos. Eleva as mãos acima da cabeça e bate palmas como alguém que acabou de ouvir o Monty Phyton John Cleese dizer <i>I¿m afraid not, I¿m afraid all the vacancies were filled several weeks ago</i>, em <i>Silly Job Interview</i>. Um, dois, tantos jogos depois, não se lhe vê ponta de um sorriso, o rosto mantém-se concentrado, focado. São os outros que se divertem da leveza com que os adversários caem, peças de dominó de uma tentativa para <i>record</i> do Guinness.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify">O outro lá ao fundo também não se ri. Tão destro como o outro é canhoto, joga às vezes à defesa, outras ao ataque. Não sorri nem se ri, não grita ou explode em alegria. Corre atrás da bola, com jeito para não magoar quem a tem, interessado a tentar apostar tudo num golpe de sorte: uma bola perdida, a corrida para a área e o remate forte. Aí não falha! Sei o que um tem talento e arreliará treinadores, o outro jogará pouco mas será o melhor amigo dos Paulos Bento deste mundo, preenchendo-lhe as pausas do discurso arras-ta-do.</p>
<div style="text-align: justify"></div>
<p style="text-align: justify">Vem aí. Pergunto-lhe interessado, vendo-o como se tivesse acabado de sair da sala de aulas ou de uma repartição de finanças. <i>Então, correu bem?</i> Encolhe os ombros e olha para chão. <i>Ganhei...</i></p>
<div style="text-align: justify"></div>
<div style="text-align: justify">(by <b>Luís Mateus</b>)<br /></div>
<p>&#160;</p>

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		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/14/nao-faltara-um-sorriso-ao-futebol/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O truque de Riquelme</title>
		<description><![CDATA[<object type="application/x-shockwave-flash" data="http://www.youtube.com/v/Z_Km9RYkqGM&#38;hl=en&#38;fs=1" width="425" height="344"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z_Km9RYkqGM&#38;hl=en&#38;fs=1" />
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<br />
(by <b>Luís Mateus</b>)
]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/14/o-truque-de-riquelme/</link>
			</item>
	<item>
		<title>O futebol são eles, o inferno são os outros</title>
		<description><![CDATA[<div style="text-align: justify">
<p><a href="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588664.gif"><img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588664.280.p.tn.jpg" align="right" /></a>Aconteceu em França e não foi bonito de se ver. Os jogadores ameaçaram fazer uma greve geral e paralisar o campeonato durante um fim-de-semana.</p>
<p><br />
Foram à guerra com os presidentes, e ganharam-na. Como ganhariam sempre. Parecendo que não, têm um argumento inultrapassável: sem eles não há futebol.</p>
<p><br />
Muito rapidamente, porque é uma conversa que chateia, não queriam entregar aos dirigentes uma posição maioritária na decisão de questões estratégicas: direito de imagem, salários, definição dos calendários.</p>
<p>Enfim, questões que em Portugal, por exemplo, estão totalmente na mão dos dirigentes. Aliás, em Portugal está tudo nas mãos dos dirigentes.</p>
<p><br />
O futebol, são eles. O inferno, são os outros. Eles decidem, impõem, castigam e ainda reclamam as vitórias. Só ainda não descobriram uma forma de fazer o futebol sem futebolistas. Mas estão a trabalhar nisso. É uma questão de tempo, seguramente.</p>
<p><br />
De quem é a culpa? É minha. Mas também é sua. Enfim, é nossa e não se fala mais nisso. É minha porque eu, e o colega que está em frente, e o que está ao fundo da sala, e todos os outros jornalistas continuam a dar uma importância aos dirigentes que eles não têm.</p>
<p><br />
É sua porque continua a aceitar esta ordem das coisas e até valoriza a importância que a imprensa dá aos dirigentes: uma boa guerra tem audiências difíceis de igualar. Compreendo-o, somos humanos e gostamos mesmo é de ver o circo a arder.</p>
<p><br />
Mas a culpa é sobretudo dos jogadores. São eles, acima de todos, que aceitam que o futebol seja feito pelos dirigentes.</p>
<p><br />
Sem querer ser mal-educado, vendem-se. Por um bom dinheiro aceitam que os dirigentes lhes exijam tudo. Não podem falar, não podem olhar, não podem espirrar.</p>
<p><br />
A Convenção dos Direitos do Homem era um tratado bonito de referir nesta altura. Mas é melhor não. Estamos a falar de futebol profissional, como eles gostam de dizer. E esse é um argumento que deita por terra qualquer tratado.</p>
<p>O problema surge quando se vendem de graça. Esse, sim, devia ser um problema para os preocupar. Porque não é um problema meu, nem do leitor, nem dos dirigentes. É um problema deles.</p>
<p><br />
Hoje acontece aos jogadores do E. Amadora, amanhã pode acontecer a qualquer outro jogador não ter dinheiro para pagar o infantário dos filhos.</p>
<p><br />
Mas não, não há a coragem francesa para enfrentar os dirigentes. E até Joaquim Evangelista é visto como o mau da fita. Enquanto isso o problema dos salários em atraso continua a ser colocado ao nível da concorrência desleal. Ao nível que interessa aos dirigentes, claro. Como se não houvesse pessoas a passar viver no limite.<br />
<br />
(by <b>Sérgio Pereira</b>)</p>
</div>

]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/14/o-futebol-sao-eles-o-inferno-sao-os-outros/</link>
			</item>
	<item>
		<title>Devolvam-nos a trivela já!</title>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF"><a href="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588663.jpg"><img src="http://amadeo.blogs.iol.pt/repository/44358/1588663.280.p.tn.jpg" align="left" /></a>A propósito destas questões relacionadas com a educação e a contestação à ministra veio-me à memória aquela situação de desrespeito numa sala de aula em que uma aluna desrespeita a professora, que lhe retirou o telemóvel. «Dá-me o telemóvel já» ficou célebre, fez o seu caminho na Internet e entretanto foi esquecido. O sofrimento dos professores, esse, continua e muitos até já se cansaram e decidiriam antecipar a reforma.</font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">Bem, mas estou aqui para falar de futebol, colocando-me na pele daquela aluna numa sala de aula e apetece-me desrespeitar a professora. No caso que me interessa, as trivelas de Quaresma fazem o papel de telemóvel e a professora pode muito bem ser o presidente do Inter de Milão. Por isso, qual histérico com sotaque do norte, exige: «Devolvam-nos a trivela já!»</font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">Há poucos meses, os portistas entretinham-se a refinar uma espécie de ódio de estimação por Quaresma e as suas fintas incompreendidas, as trivelas e os passes de letra. A equipa ganhava, somava pontos de avanço sobre os rivais e Quaresma balouçava entre os assobios e os gritos desmesuradas de alegria. Tanto era «o maior», «inigualável», como «este gajo leva qualquer um ao desespero».</font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">Agora, Quaresma é novamente incompreendido. Mourinho tenta dar-lhe espaço, mas Ricardo despreza a mão que o ajuda, pela enorme confiança nas suas qualidades. Tem o seu método, acredita que pode ser tão grande como Cristiano, mas pouco faz para lá chegar. Acredita nele e pronto. Os seus brincos e pulseiras lhe conduzirão para o caminho correcto (para seu bem, da Selecção, de José e de quem adora o jogo bonito).</font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">Em Milão, já não há tempo para namoros. Mourinho diz que se trata de «um rapaz corajoso, sabe que não está a jogar bem e agora pode repousar em termos mentais». Ninguém como ele pode ter tanta paciência (o último a consegui-lo foi Co Adriaanse), mas o ponto sem retorno em que se encontra Quaresma poderá definir o resto da carreira.</font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">Por mim, e pelo menos enquanto Ricardo vai descansar por uns jogos, aproveito para recordar as suas <u><a target="blank" href="http://www.uefa.com/trainingground/index.html#34004/2048/705443"><b>trivelas</b></a></u> e <u><a target="blank" href="http://www.uefa.com/trainingground/index.html#34004/2048/751913"><b>passes de letra</b></a></u>, desejando que pelo menos Aimar tenha disponibilidade física para replicar alguns destes momentos nos campos portugueses. Aos portistas, desejo sorte e paciência, agora que têm Hulk para preencher esse cantinho dedicado ao amor-ódio.<br /></font></p>
<p style="text-align: justify"><font color="#FFFFFF">(by <b>Filipe Caetano</b>)<br /></font></p>

]]></description>
		<link>http://principiodepubalgia.blogs.iol.pt/2008/11/13/devolvam-nos-a-trivela-ja/</link>
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